A Inteligência Artificial (IA) acaba de ganhar um espaço dedicado exclusivamente à arte. Inaugurado em Los Angeles, o DATALAND foi apresentado como o primeiro museu do mundo voltado à produção artística criada com IA e abre as portas com uma exposição inspirada na floresta amazônica.
Idealizado pelo artista turco Refik Anadol, referência internacional em instalações imersivas, o espaço propõe uma experiência que une tecnologia, ciência e arte em ambientes multissensoriais. Suas obras já passaram por instituições como o MoMA, Centre Pompidou, Guggenheim Bilbao e Casa Batlló. No Brasil, o artista apresentou a exposição Machine Hallucinations na Oca, no Parque Ibirapuera, entre 2022 e 2023.
Como é o museu?
Instalado no complexo The Grand LA, projeto do arquiteto Frank Gehry, o museu foi criado por Anadol em parceria com a artista e pesquisadora cultural Efsun Erkılıç. Os ambientes foram desenvolvidos com colaboração do escritório de arquitetura Gensler e da consultoria de engenharia Arup. Ao todo, o DATALAND reúne cinco galerias permanentes dedicadas às linguagens digitais e à arte produzida com inteligência artificial.
Com cerca de 2.300 metros quadrados, o percurso do DATALAND reúne projeções em grande escala, esculturas digitais, paisagens sonoras, aromas e experiências interativas. Entre os destaques estão o Infinity Room, ambiente formado por painéis de LED inspirado no voo de um beija-flor; o Data Pavilion, equipado com 84 projetores 4K; a Latent Gallery, que apresenta os processos criativos por trás das obras; e o The Sanctuary, instalação que combina um canto sagrado do povo Yawanawá com a fragrância da flor-da-lua, espécie amazônica que floresce apenas uma vez por ano. Em parte da visita, sensores biométricos permitem que as instalações reajam à presença do público em tempo real.
Exposições em cartaz
A exposição inaugural, Machine Dreams: Rainforest, permanece em cartaz até 31 de janeiro de 2027 e ocupa todas as galerias do museu. Inspirada na Amazônia, a mostra foi desenvolvida a partir de uma ampla base de dados ambientais e utiliza imagens, sons, movimentos e fragrâncias para criar uma interpretação sensorial da floresta.
Localizado no Grand Avenue Cultural District, o DATALAND passa a integrar um dos principais polos culturais de Los Angeles, ao lado de instituições como o The Broad, MOCA, Walt Disney Concert Hall, The Music Center e REDCAT. Além das exposições, o espaço funcionará como centro de pesquisa e preservação da arte digital e deve lançar, nas próximas semanas, um programa internacional de residências artísticas em parceria com o Google Arts & Culture.


Comentários
Neal Adams
July 21, 2022 at 8:24 pmGeeza show off show off pick your nose and blow off the BBC lavatory a blinding shot cack spend a penny bugger all mate brolly.
ReplyJim Séchen
July 21, 2022 at 10:44 pmThe little rotter my good sir faff about Charles bamboozled I such a fibber tomfoolery at public school.
ReplyJustin Case
July 21, 2022 at 17:44 pmThe little rotter my good sir faff about Charles bamboozled I such a fibber tomfoolery at public school.
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